STJ julga, enfim, a polêmica questão envolvendo o espólio da família Lundgren. No centro da discussão, a gestão das Casas Pernambucanas
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) colocou um ponto final numa disputa judicial que se estende há 23 anos. No meio jurídico, a novela de numerosos capítulos ficou conhecida como o espólio da família Lundgren, herdeiros da centenária Casas Pernambucanas. A 4ª Turma do STJ decidiu, em dezembro, que a controladora da empresa Anita Louise Regina Harley deverá passar a cinco sobrinhos 12,5% das ações da rede varejista.
Em testamento, a matriarca da família, Erenita Helena Groschke Cavalcanti Lundgren, distribuiu 50% de suas ações com os três filhos Anita (25%), Robert (12,5%) e Anna Christina (12,5%), mas delegou a Anita a administração do grupo por um período de 20 anos (de 1990 até 2010).




